31/12/2009

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Jo Manning - A escolha de uma mulher - Julia 1495



Leituras de Carol nº 318 - Jo Manning - A escolha de uma mulher - Julia 1495

Título original: Seducing Mr. Heywood


Inglaterra, 1811


Irreverente paixão

Sophia Rowley, três vezes casada e três vezes viúva, é obrigada a retornar para a vida simples do campo, em Rowley Hall. Ao saber que seu terceiro marido nomeou Charles Heywood como tutor de seus filhos, Sophia não consegue esconder a indignação e revolta. Além de ter ficado intrigada com o fato. Porém, pouco a pouco, ela descobre que Charles é diferente de todos os homens que já conheceu, e sua opinião a respeito dele, bem como sua visão a respeito da vida, começam a mudar. Será que uma vaidosa e imatura dama da sociedade londrina poderá encontrar a felicidade e a sabedoria nos braços de um homem simples e desapegado de luxo e riqueza material?...

Temos aqui  uma história de redenção. Sophia, devido às circunstâncias tinha se transformado num expoente da sociedade londrina no mesmo nível que os homens, uma libertina (oh, um choque!!!). 
Mas a morte do marido a faz voltar para o campo e lá ela conhece Charles, o clérigo local. E se apaixona.
Charles se vê com uma responsabilidade inesperada (ser tutor dos filhos do amigo) e não contava com a atração que sente por Sophia.
Eu gostei muito da estória. Nem mesmo a edição feita pela Nova Cultural conseguiu estragá-la. Isso fora ver que os padres na Igreja Anglicana podem casar... então não é numa supertição ou motivo de chacota ser "a mulher do padre".

5 comentários:

  1. UIA! Esse Julia eu tenho! em algum lugar, mas eu tenho. Vou ter mais carinho com ele e achá-lo. rsrsr

    bjos.

    PS: Feliz Ano Novo.

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  2. Amigas, passei pra te desejar um 2010 repleto de paz, amor, saúde e muitos livrinhos maravilhosos!
    Muitas felicidades pra esse ano que se inicia e para os próximos que virão!
    grande beijo, Leninha!

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  3. Meninas: um 2010 maravilhoso para vcs!! Que seja um ano de realizações e vitórias!
    Bjs
    Alê

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  4. Amei esse livro, pode ser exagero meu, rsrsrs, afinal eu sou mesmo exagerada, e nem me jogava ou vou me jogar aos pés de Cazuza, rsrsrs, mais até chorei com essa estória tão linda.
    Pensei que fosse odiar a mocinha vulgar, mais consegui entende-la e me apaixonar pelos personagens, tenho o meu muito bem guardado entre os introcáveis.
    Bjs

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