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20/10/2014

# Bertrand Brasil # Christian Jacq

Lançamentos Bertrand Brasil Outubro/14

A Bertrand Brasil também trouxe ótimos lançamentos para o décimo mês do ano (eitcha... 2014 tá indo embora...)



A importância do Halloween na formação da civilização Considerado pela crítica um dos autores mais importantes de todos os tempos e o maior escritor de ficção científica e fantasia do século XX, Ray Bradbury, com A Árvore do Halloween, surpreende mais uma vez os leitores com a história definitiva e mais educativa sobre o Dia das Bruxas. Uma narrativa cheia de lirismo sobre amizade, medo, morte e renascimento. 


Uma leitura assustadora, como as noites escuras de Halloween.É noite do dia 31 de outubro numa pequena cidade dos Estados Unidos. Oito garotos vestem suas fantasias e saem às ruas em busca de 
“Gostosuras ou Travessuras”. Mas não deveriam ser nove? Onde está Joe Pipkin? Na expectativa de encontrar o amigo, o restante da turma decide explorar a casa mal-assombrada do outro lado da imensa ravina. Nos fundos da propriedade, eles descobrem uma gigantesca e magnífica árvore, repleta de abóboras de diferentes tons, formas e tamanhos. Em cada uma delas, há um rosto talhado, um sorriso que cintila à luz fraca de uma vela. 

Eles nem imaginam o que estão prestes a conhecer.Pela primeira vez um livro apresenta, por meio de metáforas e personagens históricos, uma aula a respeito desta data tão comemorada ao redor do 

planeta. Os jovens, na perseguição pelo amigo desaparecido, viajam pelo tempo, passando pelo Egito Antigo, pela Grécia dos filósofos, por Paris medieval, entre outras épocas. Ao longo do caminho, eles aprendem as origens do Halloween, bem como o porquê do terror, das mortes e das assombrações associados a ele. 
Nesta já clássica aventura, Ray Bradbury transporta o leitor às origens do Halloween, levando o leitor, mais uma vez, a um mundo fantástico e criativo, elaborado com características que só este autor seria capaz.

Para ler um trecho, clique AQUI

O autor estreia no Brasil com romance vencedor do Prêmio Fenice Europa e do Prêmio Literário Francesco Alziator.

Com a escrita firme, burilada e muito límpida, característica de seu estilo, Nicola Lecca cria uma elegante fábula contemporânea capaz de mergulhar nos paradoxos, na solidão e nas hipocrisias da sociedade de consumo.








O filósofo, educador e escritor Roger-Pol Droit, após vários livros de sucesso e reconhecimento da crítica de todo o mundo, apresenta, como o próprio afirma, talvez sua obra definitiva: Se só me restasse uma hora de vida. Esse pensamento, tão urgente e profundo, surge em algum momento da vida de cada pessoa, colocando em perspectiva todas as suas prioridades. Mas e se essa fosse mais do que uma simples suposição? 

Em Se só me restasse uma hora de vida, o autor salienta a importância de saber e a necessidade de aceitar que, sobre as questões essenciais, todos ignoram absolutamente tudo. Os indivíduos possuem crenças e convicções sobre a morte, sobre a vida após a morte ou o nada, mas não conhecimentos realmente verdadeiros. Em um mundo onde reinam os especialistas, ele crê como imprescindível admitir a ignorância em relação a essas questões fundamentais. 

Conclusão: ninguém está preparado para morrer. Quando o momento crucial se aproxima, a reação será sempre a de revolta. Hoje, sabe-se que a morte é inevitável, mas todos optam por não pensar no tema. É necessário reencontrar essa preocupação, não de maneira mórbida, mas porque o fato de ser mortal dá sentido à vida. Se só me restasse uma hora de vida exprime o essencial do que Roger Pol-Droit quer transmitir: se um ônibus o esmagasse amanhã, ao menos isso está feito.


Conheça um pouco mais clicando AQUI 


Os grandes impostores: as verdadeiras histórias por trás de famosos mistérios históricos, de Jan Bondeson, diferentemente do sensacionalismo de muitas obras a respeito de segredos célebres e controversos, apresenta um estudo sério e respeitado de casos sem explicação. O autor utiliza todo o seu conhecimento médico e seu juízo criterioso para analisar grandes mistérios não resolvidos envolvendo as mais controversas personalidades dos últimos duzentos anos. 

Bondeson aborda enigmas como a lenda do Czar Alexandre I, que teria falsificado a própria morte e virado um eremita; o importante mistério Druce-Portland, hoje uma peça esquecida da história britânica; e o suposto falecimento do filho de Luís XVI com Maria Antonieta. 

Com um texto ágil e conciso, aliado a dados incontestáveis, o autor criou uma obra de não ficção com ritmo bastante ágil, em que o leitor não conseguirá parar até terminar. Provas como testes de DNA, presentes nos casos do Delfim e de Kaspar Krause, o garoto que apareceu em Nuremberg, em 1828, após ter passado toda a vida numa masmorra subterrânea, mudam completamente o rumo de várias lendas da humanidade. 


Leia um trecho AQUI


É fã de Jogos Vorazes?!
Então não perca esse livro!


Entre os livros mais vendidos na lista do The New York Times, "A vida como ela era" é o primeiro volume da tetralogia Os Últimos Sobreviventes. Ao ser lançada nos Estados Unidos, foi prontamente comparada aos Jogos Vorazes. Direitos vendidos para o cinema. 

Quando Miranda começa a escrever um diário, sua vida é como a de qualquer adolescente de 16 anos: família, amigos, garotos e escola. Suas principais preocupações são os trabalhos extras que os professores passaram – tudo por causa de um meteoro que está a caminho da Lua. 

Ela não entende a importância do acontecimento; afinal, os cientistas afirmam que a colisão será pequena. Mas, mesmo assim, acredita que esse será um evento interessante a se observar, com binóculo, do quintal de casa. 

Para surpresa de todos, o impacto da colisão é bem maior do que o esperado, e isso altera de modo catastrófico o clima do planeta. Terremotos assolam os continentes, tsunamis arrasam os litorais e vulcões entram em erupção. Em 24 horas, milhões de pessoas estão mortas e, com a Lua fora de órbita, muitas outras mortes são previstas. Os supermercados ficam sem comida, e Miranda e sua família precisam, então, lutar pela sobrevivência em um mundo devastado, onde até a água se torna artigo de luxo.


Próximos títulos:
- Os vivos e os mortos.
- O mundo em que vivemos
- A sombra da lua

Para ficar com gostinho... clique AQUI 


Conhecido mundialmente por suas séries best-sellers, como Ramsés e Mozart, Christian Jacq apresenta Caça ao homem, primeiro volume do díptico A Vingança dos Deuses. A saga foi considerada pela crítica francesa e pelos fãs o melhor livro do autor em anos, tendo figurado em posição de destaque nas listas de mais vendidos da França. 

O escriba Kel acordou e correu até a janela do quarto. Pela posição do sol, a manhã já estava bem avançada. Ele, considerado superdotado em inteligência, acreditou que seria castigado por seu indesculpável atraso. Mas, ao chegar ao local, uma visão de horror o paralisou: seus companheiros de trabalho tinham virado cadáveres. 

“Jacq sabe manter o suspense e fazer o leitor prender a respiração. Caça ao homem é um thriller eficaz, uma aposta segura.” - Le Parisien


Saiba mais clicando AQUI


O perdão é, por definição, o processo espiritual de cessar o sentimento de raiva por alguém. Uma remissão de culpa. Em seu novo livro, O perdão imperdoável, a poetisa Maria Carpi, corajosamente, inverte esta visão, afirmando que esta dor só será minimizada no momento em que cada um aprender a se perdoar.

Segundo a autora, o ser humano preocupa-se constantemente se o outro o desculpou por algo, esquecendo-se, com isso, ser mais importante estar bem consigo mesmo, ou seja, saber se ele próprio se perdoou. O ideal é aceitar sua falha. Por outro lado, ninguém se absolve totalmente, estando, assim, sempre em dívida consigo mesmo. Se os indivíduos só estarão em paz ao aceitar o erro, como será a vida caso este perdão seja irredimível?

Por meio de poemas sensíveis, mas ao mesmo tempo, afiados, Maria argumenta que, provavelmente, o perdão é o sentimento mais complexo do ser humano. Para melhor compreender esta questão, ela propõe uma reflexão a respeito do amor, e questiona: estarão as pessoas prontas para amar e serem amadas? Só assim elas conseguirão aceitar a culpa.

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