Stephanie Perkins - Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Novo Conceito
Caroline Santos
12.6.13
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Leituras de Carol nº 723
Título original: Lola and the Boy Next Door
A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.
Não podíamos passar o Dia dos Namorados em branco, não é?
Então escolhi esse livro fofinho.
Este livro chegou a mim pela parceria com a Novo Conceito. Li em praticamente uma sentada. Já estava acostumada com o ritmo da autora após ler Anna e o Beijo Francês (que ganhei de presente da Naty do Menina da Bahia.
Então escolhi esse livro fofinho.
Este livro chegou a mim pela parceria com a Novo Conceito. Li em praticamente uma sentada. Já estava acostumada com o ritmo da autora após ler Anna e o Beijo Francês (que ganhei de presente da Naty do Menina da Bahia.
O fato de que nessa história também não ter nada sobrenatural também ajuda. Eu gosto dos sobrenatuais, mas um pouco de "mundo real" é bom.
Stephanie Perkins realmente sabe criar mocinhas confusas (no bom e no mal sentido) e mocinhos fofos. Tanto St. Clair quanto Cricket são apaixonantes.
Claro que vários dramas dos dois me fazem pensar (aff poderiam ter feito de outra forma), mas eles são tão jovens que é até perdoável. E é bem legal rever Anna e Etiènne.
Várias questões me agradaram nesse livro. Lola tem dois pais gays (um na verdade é tio, mas foi quem a criou) e eles são bem rígidos com relação a ela, afinal o fato de serem gays não significa que eles são liberais com relação aos namoros dela.
Isso sem falar no figurino diário de Lola. Taí (mais que Anna e o Beijo Francês) esse livro merecia um filme (nem que seja produzido para tv) só para termos a chance de ver Lola toda produzida.

































