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26/08/2015

Entrevista imaginária com Mim Malone

26.8.15 0 Comments


Por Cristhiane Ruiz*

Mim Malone poderia ser nossa amiga. É uma garota apaixonante, mesmo quando não está nada bem. Seus medos e inseguranças são parecidos com os nossos, mas é sua atitude impensada — e arriscada — que vai render uma boa história. Em Mosquitolândia, acompanhamos Mim numa viagem não planejada que nos leva por uma odisseia de descobertas emocionantes.

Conheça um pouco dessa garota sensacional nesta entrevista. O bate-papo é imaginado, mas as respostas são mesmo da Mim. Pode conferir lá no livro.


Nome: Mim Malone. Quer dizer, meu nome de verdade é Mary Iris Malone. MIM é só um acrônimo. Eu gosto de ser chamada assim.

Idade: 16 anos.



Como você descreveria sua aparência?
Analisados separadamente, meus traços podem ser considerados invejáveis: maxilar forte, lábios carnudos, olhos e cabelos escuros, pele morena. As partes atraentes estão todas aqui, mas parecem meio deslocadas. Eu ajo como se não me importasse, mas me importo. Sou um Picasso, não um Vermeer.

E sua personalidade? Como você se vê?
Vou usar um trecho de uma redação que fiz no sexto ano. A descrição ainda vale, mas desconsidere a matemática. Sou 110% anomalia, 33% espírito independente e 7% gênio do pensamento livre. Odeio lagos, mas amo o mar. Odeio ketchup, mas amo qualquer outra coisa feita de tomate. Odeio música country, mas não me canso de ouvir Johnny Cash.

Você se considera uma pessoa criativa?
Sim, mas não acredito que a imaginação fértil seja tão benéfica quanto dizem. Se você não tem isso, agradeça aos deuses dos dons de nascença e siga com sua vida. Mas, se for como eu, se tiver sido amaldiçoada com um amor pela narrativa, pelas aventuras em galáxias muito, muito distantes, por criaturas míticas de terras imaginárias que são mais reais para você do que as pessoas de carne e osso — ou seja, as pessoas de verdade —, bom, quero ser a primeira a dar os pêsames. Porque a vida raramente é como você imagina.

Você se diz uma serva da narrativa. Por que escrever é tão importante?
Minha tia dizia que escrever amarra as pontas soltas do cérebro. Eu gosto de pensar assim também. Escrever é melhor do que sucumbir à loucura do mundo, e é mais barato que tomar remédios. Em vez de chafurdar no desespero, na derrota e na autopiedade, em vez de duvidar da minha capacidade e pensar várias outras coisas ruins a meu respeito, eu escrevo. Eu escrevo e fica tudo bem.

Um amuleto: O batom vermelho da minha mãe. O mesmíssimo batom que ela usou na única vez que me maquiou.

Uma defesa: Minha maquiagem de guerra. Minha avó tinha sangue cherokee, portanto eu tenho um dezesseis avos de sangue indígena.

Uma lembrança feliz: As gloriosas histórias de viajante mochileira que a minha mãe fez pela Europa.

Um segredo: O Grande Eclipse Cegante. Sou cega de um olho e nunca contei para ninguém.


Um lema: Às vezes uma coisa só tem validade depois que é dita em voz alta.


20/04/2014

03/03/2014

Entrevista Maya Banks

3.3.14 1 Comments
O pessoal da Leya publicou uma entrevista legal com uma das nossas divas: a Maya Banks!

Quer saber quem é a criadora da trilogia Breathless? Então leia essa entrevista exclusiva e conheça um pouco mais sobre Maya Banks, a autora dos livros Fogo, Delírio e Obssesão:



1) Por que você acha que a literatura erótica é tão popular entre os leitores?
Maya - HEu acho que o estigma sobre este tipo de leitura acabou. Antes, as mulheres ficavam relutantes de serem "pegas" lendo estes romances. Hoje, é mais aceito pela sociedade e não há tanto julgamento como costumava haver. Eu acho maravilhoso que os leitores tenham conquistado este direito e não precisam mais se preocupar com a opinião pública.

2) O que, em sua opinião, tornou a trilogia Breathless tão popular a ponto de ser um best-seller?
Maya - Eu acho que o segredo do sucesso de qualquer livro é a habilidade do autor de construir personagens tridimensionais e reais para o leitor. Não importa o potencial de desenvolvimento da trama, se você conseguir tornar os personagens dinâmicos e interessantes, o leitor se juntará a você por todo o caminho.

3) Como seus livros podem inspirar, não apenas mulheres, mas também homens a melhorar seus relacionamentos?
Maya - As lições de vida podem ser encontradas em todo lugar, até mesmo nas páginas de ficção.

4) Se você pudesse escolher um dos três livros, qual seria o seu favorito? Por quê?
Maya - Ficaria em dúvida entre Delírio e Fogo, mas por fim, acho que teria que escolher o Fogo, simplesmente porque sempre soube, desde o início da trilogia, que Ash seria o herói mais apaixonante de todos. Sabia que ele tinha desejos profundos e que, dos três homens, quando ele se apaixonasse, seria o mais intenso. É delicioso ler e escrever sobre um personagem masculino que se apaixona tão profundamente por sua heroína.

5) Jace, Gabe e Ash concluíram suas jornadas através das páginas do livro. E você Maya, o que fará em seguida??
Maya - Quero escrever mais! Isso nunca vai parar, ainda bem! Atualmente estou escrevendo uma nova trilogia erótica, chamada Surrender, que será lançada nos EUA em fevereiro de 2014. Também estou escrevendo o próximo livro da KGI, o oitavo volume da série e, em breve, vou começar a trabalhar no primeiro livro de uma nova série que será lançada em outubro de 2014. Portanto, estarei bem ocupada!

07/11/2013

Entrevista Katie Ashley de "A Proposta"

7.11.13 0 Comments
Katie Ashley é autora de uma série chamada "A Proposta" trazida para o Brasil pela editora Pandorga (que é parceira do blog). O primeiro livro já está à venda nas livrarias (físicas e online). Essa entrevista faz parte das ações do Book Tour foi promovido pelo blog Everything But The Books

Em breve teremos resenha no blog de "A Proposta".



Nos conte um pouco mais sobre você: Quem é Katie Ashley?
Katie Ashley é na verdade um pseudônimo que escolhi quando decidi dar o salto para Young Adult e escrever romance contemporâneo. Eu sou da Georgia, nascida e criada. Eu lecionei Inglês na faculdade e no ensino secundário por 11 anos e meio antes de ser capaz de parar e me tornar uma escritora em tempo integral.

Como a literatura entrou na sua vida? Como você decidiu escrever?
Tenho escrito histórias desde que era pequena. Foi há quatro anos que eu finalmente disse que iria sentar e escrever o meu primeiro romance. Tem sido uma jornada longa e difícil chegar até aqui, mas aprecio cada obstáculo no caminho.

Quais foram suas inspirações e influências literárias?
Harper Lee, que escreveu "O Sol É para Todos", "Tomates verdes fritos no Café da Parada do Apito" de Fannie Flagg (que inspirou o filme de 1991 Tomates Verdes Fritos) e a série Harry Potter de JK Rowling.

Sua série A Proposta está sendo comercializada pela Editora Pandorga no Brasil, como você se sente ao ver seus livros sendo vendidos para leitores em outros idiomas num país tão distante do seu como o Brasil?
É o sentimento mais incrível do mundo! Eu me sinto tão abençoada que meus livros chegaram à pessoas além das terras dos EUA! Eu mal posso esperar para vir aqui ver os meus leitores!

O que o leitor pode esperar da série A Proposta?
Muito humor, bastante amor sobre família e amigos, e um muitas, muitas partes sensuais!

A série fora do Brasil , tem um último livro, o “The Pairing: A Companion Novel to The Proposition and The Proposal (The Proposition #3)”, os fãs da série podem ter esperanças por mais livros dela?
Tanto quanto odeie parar com os Fitzgerald, The Pairing será o último livro da série. Provavelmente, vou fazer contos no meu blog de vez em quando para que as pessoas possam ver como Emma, Aidan, Noah, e o resto da estão.

Você escreveu um romance paranormal "The Guardians" que teve excelentes comentários na blogesfera literária... pretende escrever mais nesse genero....ou continuara diva de Romances Young Adult?
Não, acho que The Guardians foi minha primeira e única vez escrevendo um romance paranormal. Eu sou muito mais uma escritora contemporânea.

Você está lançando nos EUA o segundo livro da série Runaway Train, Beat of the Heart. Você pretende publicar essa série também no Brasil?
Certamente espero que sim. Está nas negociações enquanto nós falamos.

Quais são seus planos literários depois dos sucessos The Proposition e Runaway Train?
Eu pretendo escrever uma comédia/suspense chamada Drop Dead Sexy. Também espero escrever a sequencia e uma prequel Don’t Hate the Player…Hate the Game.

Deixe um recado para seus fãs brasileiros.
Muito obrigado a todos, mesmo por lerem meus livros. Você são uma verdadeira bênção !

28/06/2013

Entrevista Rachel Gibson

28.6.13 0 Comments

A Geração Editorial nos enviou uma ótima entrevista com a Rachel Gibson, autora de Loucamente Sua e Simplesmente Irresistível



Quando e por que começou a escrever livros?

Rachel Gibson - Comecei a escrever livros em 1989 quando a minha televisão quebrou. Não tinha muito que fazer, então decidi reescrever E o vento levou para matar o tempo. Depois que reescrevi o livro com um final feliz, deixei-o de lado e comecei a escrever um romance contemporâneo.

Você faz muitas pesquisas antes de escrever os seus livros?
RG - Isso depende muito do livro. A série militar que atualmente estou escrevendo (o primeiro livro foi Rescue Me) exige muita pesquisa. Os livros de hockey – como See Jane Score e Any Man Of Mine, também demandou pesquisa, mas não tanta assim. Escrevi uma série baseada em escritores e não tive que fazer pesquisas.

Qual é a coisa mais interessante que encontrou durante a pesquisa dos seus livros? 
RG - A mais interessante, e com certeza a mais memorável, foi quando eu falei com jogadores de hockey gostosões e suados no vestiário deles. Aquele dia eu levantei com o pé direito!


Você se considera uma escritora de chick-lit? O que acha do gênero?
RG - Não sou autora de chick-lit. Escrevo romances, mas adoro ler um bom chick-lit.

Qual é a melhor parte no seu trabalho como escritora?
RG - Economia de tempo e de transporte. Saio da cama quando quero. Pego o bule de café e vou até o andar de cima onde está o meu escritório

Como você faz para que os seus livros sejam tão divertidos? Como mantem o frescor das cenas e diálogos engraçados, como é possível ver em Simplesmente Irresistível?
RG - Nunca foi minha intenção sentar e escrever humor. As pessoas são engraçadas. A vida pode ser engraçada. Eu escrevo sobre pessoas e sobre a vida.

Por que machões e mocinhas em perigo são frequentes em seus enredos?
RG - Por que machões? Por que não! Toda mulher tem um segredo, que não é tão secreto assim:  fantasia ser resgatada por um homem másculo que não tem escolha a não ser ficar loucamente apaixonado por ela. Não importa o quanto ele tente, ele não pode lutar contra isso...

Qual foi sua inspiração para criar Simplesmente Irresistível?
RG - O jogador de hockey Mark Messier. Ele parece um homem primitivo com o capacete enfiado na cabeça. Mas, por alguma razão, o acho sexy.

Eu li em algum lugar que Simplesmente Irresistível é o livro que você mais se orgulha. Por quê? 
RG - Simplesmente Irresistível foi o primeiro livro que vendi em 98, e que ainda vende bem quase 18 anos depois.

Os personagens principais são inspirados em pessoas reais?
RG - Não, mais usei minha mãe como um personagem secundário quando escrevi Daisy's Back In Town.

Quais são suas expectativas em relação aos leitores brasileiros? Por que você acha que seus romances são tão amados por aqui?
RG - Não tenho expectativas em relação aos meus leitores. Só espero que gostem do meu trabalho e  que possam “fugir” comigo por algumas horas. Acho que mulheres em todas as partes do mundo gostam de ler um bom romance.

Está trabalhando em algum livro no momento?
RG - Estou escrevendo um romance ambientado em Nova Orleans, Louisiana. É bem sexy e picante, com direito a homens machões.


Outros livros publicados da autora no Brasil (informações coletadas no Menina da Bahia)

Loucamente Sua (não faz parte de série)
Sem Clima Para o Amor (Série Writer Friends, vol2)
Sempre ao Seu Lado (Série Writer Friends, vol3)

25/06/2013

Entrevista Gail Carriger autora de Alma?

25.6.13 0 Comments

A Editora Valentina enviou a entrevista com Gail Carriger, autora de Alma? A exemplo da entrevista com Nicole Peeler esta também contou com pergunta dos blogs parceiros. 

Já publicamos resenha de "Alma?" para lê-la clique AQUI


• Irene Moreira, do blog: Saleta de Leitura (http://www.saletadeleitura.blogspot.com.br/)
- A sombrinha da Alexia Tarabotti além de ser bem especial e diferente é a sua marca registrada e que deu o nome à série. Pode nos dizer por que escolheu a sombrinha?
Gail Carriger: As sombrinhas, além de fazerem parte do cotidiano das jovens elegantes da época vitoriana, são uma ótima arma, sobretudo quando se tem vontade de dar uma sombrinhada na cabeça de alguém. Além disso, “sombrinha” é uma palavra muito agradável.

- No império Britânico os sobrenaturais conviviam em harmonia com os humanos em virtude de regras impostas evitando com isso o ataque e de se alimentarem de humanos. Já para o americano queimava vivo qualquer um que fosse acusado de sobrenatural. O que a levou a colocar os americanos como inimigos em potencial dos britânicos em relação aos sobrenaturais?
GC: Quis deixar um possível conflito no ar para os livros seguintes.  

- O mordomo Floote e o Lorde Akeldama são personagens que nos cativaram durante a história. Seus nomes são bem diferentes e sugestivos. Pode nos explicar em que se inspirou para batizá-los com esses nomes?
GC: Só em pouquíssimas ocasiões o personagem escolhe o próprio nome (Alexia sempre seria Alexia). Na maioria das vezes, os nomes que uso são cookies, ou seja, uma recompensa para o leitor cuidadoso. O nome pode passar aos leitores informações sobre o personagem, sua origem, sua identidade real e seu verdadeiro objetivo ou se relacionar a um aspecto histórico (Tarabotti) ou ainda dar alguma pista ou prognóstico ao seu respeito (Akeldama). Como adoro nomes, brinco com eles, quando possível. Um dia eu gostaria de escrever a história de Alessandro e Floote, mas ainda vai demorar um pouco.

• Aline Polito, do blog Memoirs and Books (http://memoirsandbooks.blogspot.com)
- Você já conhecia ou já trabalhou com o Steampunk antes da série Protetorado da Sombrinha? Utilizou alguma fonte inspiradora para isso?
GC: Comecei a ter contato com o steampunk como movimento estético. Há muito tempo sou fã de roupas de época e do estilo gótico, e o steampunk me atraiu por mesclar ambos de um jeito divertido. Também adoro ver tecnologias antigas serem recicladas e transformadas em jóias, e adoro observar os incontáveis exemplos da incrível criatividade das pessoas nos últimos anos. 

 
• Camila Palmeira, do blog Daily of books (http://dailyofbooks.blogspot.com.br/)
- Em que você se inspirou para construir uma personagem tão autêntica quanto a Alexia?
GC: Alexia é uma solteirona que lida com diversas questões constrangedoras: é filha de italiano (e, ainda por cima, parece ser italiana), lê demais, é desalmada, matou sem querer um vampiro e anda sendo incomodada por um lobisomem grandalhão. Costuma lidar com esses probleminhas dando sombrinhadas nessas criaturas ou conversando com elas, ambas atitudes com resultados desastrosos. Ah, e sua melhor amiga adora usar uns chapéus super espalhafatosos.

• Bianca Carvalho, do blog Amor, Mistério e Sangue (http://www.amormisterioesangue.com)
- Quais são suas maiores influências literárias? Há algo de Jane Austen e/ou Agatha Christie nelas? Estou sentindo esse clima ao ler seu livro.
GC: Minhas maiores influências literárias costumam vir de autores como Charles Dickens, Elisabeth Gaskell e P.G. Wodehouse. Também busco inspiração nos deuses do steampunk e da urban fantasy, tais como Julio Verne ou Horace Walpole e, então, recorro à comédia e à narrativa burlesca para lidar com os arquétipos inerentes a cada estilo.  

• Gabrielle Alves, do blog Livros e Citações (http://www.livrosecitacoes.com)
– Saindo um pouco de O Protetorado da Sombrinha, no início do ano saiu o primeiro volume da saga spin-off, Finishing School, protagonizado por uma garota de quatorze anos. Como será essa nova etapa? Afinal, envolve uma garota de quatorze anos. O humor negro continua?
GC: Todos os meus livros têm aspectos cômicos. Esse lado engraçado é fundamental para mim, como escritora. Até coloquei um bilhetinho na lateral do computador com a frase: “Gail, use o seu senso de humor!” Acho muito melhor fazer as pessoas rirem que chorarem. Quero que os leitores dos meus livros se sintam felizes ― a realidade já é deprimente demais, sem a minha ajuda. Ademais, eu tinha me dado conta de três fatores desconcertantes antes de escrever Alma?:  dos contos que escrevi, os únicos que vendiam eram os que tinham aspectos cômicos; tanto o steampunk quanto a urban fantasy costumam ser bastante sombrios; a maioria dos meus autores favoritos era engraçada (PG Wodehouse, Douglas Adams, Terry Pratchett, Jasper Fforde). Achei que estava na hora de dar uma remexida nos gêneros e escrever um livro que incluísse um pouco de tudo do que eu mais gostava: uma heroína de personalidade forte, steampunk, urban fantasy E comédia.

- Todos os steampunks que li envolviam personagens na faixa etária de quinze anos, então por que uma mocinha mais velha, não seria mais fácil uma nos padrões convencionais?
GC: Pelo que li até agora, não creio que seja esse o caso. Então, não tenho como responder a essa pergunta, uma vez que foi feita uma generalização que não corresponde à minha experiência. 

- Os direitos de adaptação da saga foram comprados pela Parallel Films há quase um ano. Como você mesma havia dito, é difícil uma adaptação dos livros pelo orçamento sair caro. Houve algum retorno desde que o anuncio foi feito? E, hipoteticamente falando, se a adaptação saísse, qual seria seu cast dos sonhos?
GC: Não tenho notícias recentes a respeito da adaptação para o filme. Dê uma olhada em: http://gailcarriger.livejournal.com/208802.html. Fiz um post com o elenco dos meus sonhos para um filme, aqui: http://mybookthemovie.blogspot.com/2009/09/gail-carrigers-soulless.html


PERGUNTA DA EDITORA VALENTINA


– Lorde Akeldama é um vampiro com interesses bastante peculiares, alguns que não eram aceitos até bem pouco tempo atrás. Você recebeu alguma crítica negativa devido a esse personagem em particular?
GC: Lorde Akeldama é um dos meus personagens mais populares. Eu o adoro porque me divirto muitíssimo quando escrevo sobre ele ― aquele seu jeitinho peculiar que requer o uso de itálicos. Só mesmo lendo-o dá para entender por quê.